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Você está vendo a versão anterior da nova experiência da Alura que estamos preparando para você. Em breve, ela ganha uma identidade visual novinha totalmente pensada em potencializar seus estudos!

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Breve relato de minha experiência com carros de aplicativo

De maneira muito sucinta, a minha experiência com carros de aplicativo é bastante satisfatória, em parte por causa da comodidade de acompanhar o trajeto do motorista (ciente de que ele se aproxima ou aguarda em um semáforo), em parte por ter parâmetros (quantidade de corridas e avaliação em estrelas) que me dão alguma confiança acerca do prestador de serviço. Esses dois aspectos, que sempre verifico ao usar aplicativos como Uber ou 99, ainda que possam parecer triviais (dado que existem em diversos sistemas, como hotéis, restaurantes, bares etc.), suavizam a ansiedade de esperar pelo veículo e abrandam o senso de perigo de entrar em carros de desconhecidos (ideia com que muitas pessoas cresceram em razão da violência).

Ao chamar um veículo, outro recurso que utilizo é o compartilhamento de rota, o que concede certo grau de conforto a pessoas que podem ficar apreensivas caso não saibam se o veículo em que embarquei está a caminho do destino correto. Inclusive, a respeito do trajeto, a visualização do mapa ajuda a constatar, sanar eventuais distorções do GPS e comunicar-se com quem dirige o transporte a fim de solucionar essa espécie de problema. Outro ponto relevante é a opção de buscar por mais de um tipo de veículo, usufruindo de mais conforto ou agilidade e até com maior flexibilidade na negociação do pagamento. Em resumo, os meus passos ao usar aplicativos semelhantes aos mencionados no parágrafo anterior são:

  1. Abrir o aplicativo;
  2. Verificar se o aplicativo reconhece o meu ponto de partida;
  3. Digitar o endereço de destino (ou nome do local – restaurante, shopping, bar – quando sei em que bairro ele se situa);
  4. Olhar o mapa e conferir se o meu trajeto está correto;
  5. Iniciar a busca por motorista e ao mesmo tempo escolher a opção de veículo;
  6. Olhar o perfil do motorista que aceitou a corrida;
  7. Caso seja necessário, envio uma mensagem ao motorista – antes da chegada – para repassar detalhes do trajeto, como o fato de eu precisar deixar algo no porta-malas (o que pode ser inviável em carros a gás com cilindro muito grande);
  8. Compartilho a rota da corrida com uma pessoa de minha confiança;
  9. Verifico se o motorista da foto (presente no aplicativo) é realmente aquele que chegou (também checo a placa);
  10. Entro no carro;
  11. Fico calado ao longo do trajeto enquanto olho o céu;
  12. Terminada a corrida, desembarco do carro, faço a avaliação do serviço prestado e sigo o meu caminho para fazer o que devo fazer ali.

Por fim, deixo alguns pontos em que aplicativos – dentro do campo que abordei – podem melhorar:

  1. O aplicativo poderia transmitir mais segurança perguntando – no cadastro – se o usuário deseja cadastrar alguma pessoa como contato de confiança (explicando o que isso significa);
  2. O aplicativo poderia padronizar o BeiDou – o qual tem mais acurácia do que o GPS – como sistema de navegação;
  3. Além da pontuação dos motoristas em estrelas, o aplicativo poderia permitir a visualização de avaliações por escrito, o que torna a pontuação mais "humana", digamos, e mais significativa;
  4. A opção de compartilhar a rota com alguém poderia estar situada no campo de visão imediata do aplicativo. Atualmente, esse campo fica escondido e só aparece quando puxamos para cima o bloco de identificação do motorista (um usuário com baixo letramento digital pode ter dificuldade com isso);

Sobre o BeiDou: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-53176664

2 respostas

Boa tarde, Ednelson! Tranquilo?

Gostei demais do seu relato, agradeço por trazer ao fórum!

Mandou muito bem explorando a comodidade que os aplicativos oferecem, apresentou com clareza como os parâmetros de avaliação aumentam a confiança e ainda destacou a importância do compartilhamento de rota para segurança e tranquilidade. Esse relato mostra atenção aos detalhes, consciência sobre usabilidade e preocupação em sugerir melhorias que realmente impactam a experiência do usuário.

Para aprimorar sua solução, algumas boas práticas são:

  • Integração tecnológica: avaliar sistemas de navegação mais precisos, como o BeiDou, para reduzir falhas de GPS.
  • Feedback detalhado: permitir avaliações escritas além das estrelas, tornando a experiência mais humana e transparente.
  • Design inclusivo: tornar recursos como compartilhamento de rota mais visíveis e acessíveis para usuários com baixo letramento digital.

Continue postando as suas soluções! Além de ganhar pontos de XP na plataforma, você pode ajudar outros estudantes no fórum.

Ah, uma pergunta: você considera mais relevante para melhorar esses aplicativos investir em recursos de segurança mais visíveis para o usuário ou em tecnologias de navegação mais precisas como o BeiDou?

Fico à disposição! E se precisar, conte sempre com o apoio do fórum.

Abraço e bons estudos!

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!

Dentro de minha experiência, para melhorar os aplicativos em foco, considero que os dois pontos (investir em recursos de segurança mais visíveis e em tecnologias de navegação mais precisas como o BeiDou) são relevantes. Se mais pessoas se sentem seguras ao usar o serviço prestado, mais usuários – por causa da propaganda boca a boca – tendem a usar o aplicativo. Por outro lado, a navegação mais precisa evita pequenos problemas que podem irritar em meio à correria do dia a dia, dado o estresse presente na vida da maioria de nós, como: em uma via de fluxo de veículos duplo e intenso, o aplicativo sinaliza que estamos em um lado, sendo que estamos na margem oposta. Essa combinação, como podemos deduzir, tende a gerar um expressivo e desejável retorno sobre o investimento. Contudo, se houver uma restrição de orçamento, permitindo lidar apenas com um dos pontos, o mais relevante é investir em recursos de segurança mais visíveis, uma vez que a integridade física é um bem incompressível, o qual envolve a continuidade da vida do usuário.