Para a minha análise de padrões de UX, escolhei o serviço de streaming brasileiro chamado Darkflix¹. Dito isso, irei numerar os padrões que pude observar:
- O nome do serviço já funciona como um sinal de qual tipo de produto é oferecido, uma vez que se aproxima do nome de um negócio consagrado;
- Na parte de cima do site, constam os seguintes botões: Planos; Perguntas Frequentes; Contato; Assine Agora e Entrar;
- Ao lado dos botões anteriores, há três ícones (as bandeiras do Brasil, dos EUA e da Espanha) que indicam as línguas possíveis na interface;
- Mais abaixo no site, o botão "Assine Agora" retorna, mas – acima dele – é explicado como o catálogo de filmes é construído e quais gêneros audiovisuais podem ser encontrados;
- Ao descer um pouco a barra de rolagem vertical, encontramos os seguintes tópicos, que – por meio de um texto sucinto abaixo deles – enfatizam os benefícios de assinar o serviço de streming: Assista quando e de onde quiser; O melhor do horror por assinatura; Preço justo. Assine e aproveite.
- A seguir, temos a seção de planos (mensal, semestral e anual);
- A penúltima parte consiste em perguntas frequentes (e um botão para entrar em contato), que, comumente, novos usuários podem ler para decidir se irão ou não assinar o streaming;
- Por fim, na base da página, podemos acessar as seções "Políticas de privacidade", "Termos e condições de uso" e "Ajuda". Ademais, podemos saber as formas de pagamento e que o streaming possui aplicativo no sistema Android e iOS (na seção de perguntas frequentes são mencionadas todas as formas de acesso ao streaming).