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Você está vendo a versão anterior da nova experiência da Alura que estamos preparando para você. Em breve, ela ganha uma identidade visual novinha totalmente pensada em potencializar seus estudos!

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[Padrões de Interface de Usuário] O caso Darkflix

Para a minha análise de padrões de UX, escolhei o serviço de streaming brasileiro chamado Darkflix¹. Dito isso, irei numerar os padrões que pude observar:

  • O nome do serviço já funciona como um sinal de qual tipo de produto é oferecido, uma vez que se aproxima do nome de um negócio consagrado;
  • Na parte de cima do site, constam os seguintes botões: Planos; Perguntas Frequentes; Contato; Assine Agora e Entrar;
  • Ao lado dos botões anteriores, há três ícones (as bandeiras do Brasil, dos EUA e da Espanha) que indicam as línguas possíveis na interface;
  • Mais abaixo no site, o botão "Assine Agora" retorna, mas – acima dele – é explicado como o catálogo de filmes é construído e quais gêneros audiovisuais podem ser encontrados;
  • Ao descer um pouco a barra de rolagem vertical, encontramos os seguintes tópicos, que – por meio de um texto sucinto abaixo deles – enfatizam os benefícios de assinar o serviço de streming: Assista quando e de onde quiser; O melhor do horror por assinatura; Preço justo. Assine e aproveite.
  • A seguir, temos a seção de planos (mensal, semestral e anual);
  • A penúltima parte consiste em perguntas frequentes (e um botão para entrar em contato), que, comumente, novos usuários podem ler para decidir se irão ou não assinar o streaming;
  • Por fim, na base da página, podemos acessar as seções "Políticas de privacidade", "Termos e condições de uso" e "Ajuda". Ademais, podemos saber as formas de pagamento e que o streaming possui aplicativo no sistema Android e iOS (na seção de perguntas frequentes são mencionadas todas as formas de acesso ao streaming).

¹ https://darkflixplus.com.br/

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Olá, Ednelson. Tudo bem com você?

Gostei bastante da sua análise sobre os padrões de UX no Darkflix. Você conseguiu identificar elementos bem comuns em serviços de streaming e, principalmente, relacioná-los com a função que desempenham na experiência da pessoa usuária. A organização da navegação, os idiomas, os botões de ação, a apresentação dos benefícios, os planos e a seção de perguntas frequentes são bons exemplos de padrões que ajudam a tornar a interface mais previsível e familiar.

Também é interessante você ter observado a jornada de quem está conhecendo o serviço pela primeira vez. Por exemplo, a presença do botão "Assine Agora" em diferentes pontos da página funciona como um padrão de chamada para ação, enquanto as perguntas frequentes ajudam a reduzir possíveis dúvidas antes da tomada de decisão. A identificação das formas de pagamento e dos dispositivos compatíveis também contribui para essa experiência.

Ao analisar outras interfaces, você consegue perceber algum padrão que poderia ser melhorado ou adaptado para deixar a experiência ainda mais intuitiva?

Parabéns pela análise e obrigado por compartilhar suas percepções com a comunidade. Continue trazendo esse tipo de observação para o fórum, pois ela também pode ajudar outros estudantes a desenvolverem um olhar mais crítico sobre UX. O fórum está à disposição sempre que precisar.

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!

Oi, Mike. Muito obrigado por seu comentário. Sobre a sua pergunta... Quando os sites possuem uma seção "Sobre" ou "Quem somos", o ponto de vista de quem fala constuma ser exclusivamente o da marca. Contudo, dado que muitas pessoas consomem algo porque foi recomendado por outras pessoas, poderia ser interessante que a marca demonstrasse um diálogo real com o público-alvo. Desse modo, na seção "Sobre" ou "Quem somos", além de uma apresentação da marca por si mesma, poderia haver uma seção de comentários de usuários em redes sociais, algo viável com web scraping em tempo real. Com isso, a marca poderia expor com sinceridade os pontos em que ainda pode melhorar e os pontos em que já está trabalhando, o que, digamos, concederia humanidade à marca. Em um cenário de ascensão de I.A., dar humanidade a uma marca talvez venha a ser uma característica capaz de dar a usuários um senso de exclusividade, sentimento que tende a produzir desejo por uma experiência e se torna um traço de identidade.