Entre as plataformas digitais que fazem parte do meu dia a dia, o Pinterest ocupa um lugar diferente, enquanto muitas plataformas são desenhadas para maximizar o tempo de permanência por meio de scroll infinito e estímulos constantes, o Pinterest me parece mais orientado à intenção.
Eu entro no Pinterest com um objetivo claro: buscar ideias, referências e inspirações. Seja para design, organização, viagem ou qualquer outro projeto. Não é um consumo passivo, é uma busca ativa.
Outra diferença que percebo é a forma como a publicidade aparece. Embora existam anúncios, eles são mais integrados ao contexto da busca e menos invasivos. Não tenho a sensação de interrupção constante. Isso reduz a fricção e mantém o foco naquilo que estou procurando.
Essa construção de experiência influencia diretamente minha percepção da marca: vejo o Pinterest como uma ferramenta, não como uma rede social tradicional. Ele se posiciona mais como um motor de descoberta visual do que como um espaço de disputa por atenção. Isso gera confiança e faz com que eu volte sempre que preciso de repertório.
Para mim, é um exemplo de como UX alinhado à intenção do usuário pode fortalecer não só a experiência, mas também a estratégia do negócio.