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CLASSIFICAÇÃO DE PERFIS

  • Colaborador A: High Performaer - perfil que supera metas, entrega bem, é referência técnica na equipe, nesse caso a melhor forma de motiva-lo é criar um plano de desenvolvimento em planos de carreira focando nas suas habilidades

  • Colaborador B: High Potencial - perfil com entregas irregulares, todavia, possui habilidades promissoras, nesse cenário, para desenvolver esse perfil optar por treinamentod para serem high performers e alcançarem a progressão de carreira.

  • Colaborador C: Low performer - Perfil crítico, baixo desempenho, dificuldades para entregar as demandas, neste caso, o melhor a se fazer seria criar um plano de Desenvolvimento em planos de melhoria.

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Olá, Marcelo. Como vai?

Sua classificação está muito bem fundamentada e alinhada com as metodologias de People Analytics, como a clássica Matriz 9 Box. Você conseguiu identificar não apenas o estado atual de cada colaborador, mas também a estratégia de gestão (o next step) necessária para cada um.

Gostaria de destacar alguns pontos técnicos sobre as suas escolhas que são essenciais para um RH orientado a dados:

1. Colaborador A (High Performer)

Sua visão de criar um plano de carreira focado em habilidades é perfeita. O maior risco com High Performers é o burnout ou a estagnação. Desafiá-los com mentorias ou projetos estratégicos ajuda a manter o engajamento elevado, transformando-os em multiplicadores de conhecimento.

2. Colaborador B (High Potential)

Este é o perfil "diamante bruto". Muitas vezes, a irregularidade nas entregas se deve à falta de processos ou ao fato de o colaborador ainda não estar na função certa para o seu talento. O uso de treinamentos focados em competências comportamentais (soft skills) ou organização pessoal costuma ser o gatilho para transformá-los em High Performers.

3. Colaborador C (Low Performer)

Aqui entra o papel estratégico do PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) focado em melhoria. É importante que o RH utilize dados para entender se o baixo desempenho é técnico (falta de saber fazer) ou motivacional (falta de querer fazer). Se após o plano de melhoria não houver evolução, os dados darão o suporte necessário para uma tomada de decisão mais assertiva e justa.


Dica de Especialista em People Analytics

Ao implementar essas classificações, tente cruzar esses dados com outras métricas, como:

  • eNPS (Employee Net Promoter Score): Para ver se a insatisfação do Colaborador C está afetando o clima da equipe.
  • Métricas de Treinamento: Para verificar se o Colaborador B está consumindo e aplicando os conteúdos oferecidos.

Sua análise mostra que você já compreende que o RH moderno não apenas "observa" pessoas, mas projeta o crescimento delas com base em evidências.

Espero que possa ter lhe ajudado!

Na sua visão, qual desses três perfis exige mais tempo e energia da liderança direta para ser gerido corretamente?