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[Sugestão] Praticando escuta ativa

Aprender a ouvir é uma habilidade subestimada e sendo bem honesto, difícil. Muitas vezes estamos “escutando” alguém enquanto já pensamos na resposta.

Você já praticou a escuta ativa? Aquela ideia que o Rubem Alves chamava de “escutatória”?

Hoje resolvi testar isso na prática. Durante um café da manhã comum no trabalho, me propus a ficar em silêncio e apenas ouvir. Foram cerca de 10 minutos, mas pareceram horas. A vontade de interromper, opinar e participar é quase automática.

Mesmo assim, foi uma experiência válida. Percebi que ouvir de verdade exige esforço, presença e controle.

Antes de falar, talvez o mais importante seja isso: escutar, entender e só então responder com clareza.

Comunicação boa não começa na fala, começa na escuta.

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Olá, Hugo!

Que reflexão interessante sobre a escuta ativa! Realmente, a habilidade de ouvir é muitas vezes subestimada e requer prática e paciência para ser desenvolvida. A ideia de Rubem Alves sobre "escutatória" é uma ótima referência para nos lembrar da importância de ouvir atentamente antes de responder.

A escuta ativa é uma prática que pode transformar a maneira como nos comunicamos. Quando nos propomos a ouvir de verdade, como você fez durante o café da manhã, conseguimos captar nuances e detalhes que podem passar despercebidos em uma conversa apressada. Isso nos ajuda a responder de forma mais clara e empática.

Uma dica prática para continuar desenvolvendo essa habilidade é fazer perguntas abertas durante a conversa, que incentivem o outro a se expressar mais. Além disso, tentar reformular o que foi dito para confirmar que você entendeu corretamente pode ser muito útil.

Espero ter ajudado e bons estudos!

Excelente comentario meus amigos, realmente a escuta ativa é algo raro e que deve ser buscado como característica primordial para bons relacionamentos.
Eu tenho o costume de cortar as pessoas enquanto estão falando e muitas vezes de não prestar atenção no diálogo. Porém tenho buscado ouvir mais e é desafiador, pois como o Hugo bem relatou, por dentro fica o desespero de querer falar também.
Neste processo em busca de escutar mais, tenho aprendido mais e também tenho me sentido mais humano.