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Mito da Teoria 7-38-55

Olá! Fiquei com dúvida no posicionamento da professora em relação ao mito da teoria 7-38-55.

Na aula "Para saber mais: 7-38-55", a professora sugere que leiamos um artigo a respeito dessa teoria e no próprio artigo é informado que distorceram o trabalho do professor Albert Mehrabian:

"Albert Mehrabian sempre rejeitou a generalização da regra 7-38-55. Ele deixou claro que seus estudos analisaram apenas a interpretação de emoções e atitudes em situações experimentais muito específicas, nas quais palavras, tom de voz e expressão facial estavam em conflito. Nunca foi sua conclusão que essa proporção descrevesse a comunicação humana em geral. Para Mehrabian, o ponto central era a congruência entre canais, não a existência de percentuais universais, e a transformação desses resultados limitados em regra geral representou uma distorção posterior de seu trabalho".

"O experimento de Mehrabian explorava incongruência entre canais; a versão popular eliminou a incongruência e preservou apenas os números, convertendo um achado relacional em uma soma fixa".

Mas no vídeo da aula seguinte, me pareceu que a professora concorda com a teoria.

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Ei, Daniel! Tudo bem?

A instrutora, nos apresenta a teoria, mas logo em seguida questiona: "Será que isso é um mito?"

Depois, ela usa o exemplo dos Fulani para demonstrar que essa proporção não é absoluta. Ela diz que, naquele contexto específico, a comunicação é 100% não verbal, não 93%. Isso mostra que a teoria não funciona como regra geral.

O ponto central que a professora quer passar é justamente o que você descobriu no artigo: o contexto social e o receptor da mensagem são fundamentais. Ela reforça isso dizendo que "para que a comunicação não verbal faça sentido dentro dessas porcentagens sugeridas por Albert, nossas interações sempre devem levar em consideração nosso ambiente social".

Então, a professora não está concordando com o mito, mas usando a teoria como ponto de partida para mostrar que ela é limitada e que precisamos considerar o contexto e tudo mais.

Espero ter ajudado e conte sempre conosco aqui no fórum.

Abraço e bons estudos!

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Boa tarde, Nathalia. Obrigado pela resposta.

Ainda assim, se eu entendi direito, as porcentagens sugeridas por Albert em seu estudo não leva em consideração a comunicação em um ambiente social.

Veja o seguinte trecho: "Os estudos de Mehrabian não analisaram comunicação cotidiana, mas julgamentos emocionais em situações artificiais e controladas."

Então, eu descordo com a professora nesse ponto ao dizer que deve-se levar em consideração o contexto social e o receptor da mensagem, até porque não é disso que o estudo se trata.

Boa tarde: eu também tive a mesma impressão descrita pelo Daniel Freire.