Solucionado (ver solução)
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Construção de seguraça através do recurso : Elogio assertivo procedimental.

O ser humano é um ser social, desde muito pequenos na familia e depois na escola. assim como atravez dos diferentes meios de comunicação e tecnologias. Os jovens não são ensinados ou incentivados a construir , descobrir , refletir e transformar seus saberes em resultados . Para isso é necessario valorizar mais o processo de tentativa, de busca , de pesquisa , de esforco , todo o trabalho desenvolvido . Não basta encontrar a solução , mas entender os caminhos que fizeram dessa resposta a melhor para a situação.

Mas como desconstruir a mente engessada ?

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solução!

Ei! Tudo bem, Jaqueline?

Para desconstruir uma mente engessada, podemos dizer que o primeiro passo é a mudança de cultura sobre o erro. Precisamos substituir a busca pela "resposta certa" imediata pelo incentivo à experimentação.

Para aplicar isso na prática e transformar saberes em resultados, você pode utilizar algumas estratégias:

  • Em vez de elogiar a inteligência ou o talento, destaque a estratégia utilizada, a persistência diante de um problema difícil ou a profundidade da pesquisa realizada.

  • Crie ambientes onde questionar o status quo seja seguro. A mente se torna engessada quando tem medo de falhar; ao valorizar o processo de tentativa, você reduz essa barreira.

  • Incentive os jovens a explicar o "porquê" de suas escolhas. Entender os caminhos percorridos, como você mencionou, estimula a metacognição — o ato de pensar sobre o próprio pensamento.

A desconstrução ocorre gradualmente quando mostramos que a competência é algo maleável e que cada erro no processo é, na verdade, um dado valioso para a inovação.

O que você acha, qual seria o maior desafio para implementar essa cultura de valorização do processo em ambientes que são tradicionalmente competitivos?

Espero ter ajudado e qualquer dúvida, compartilhe conosco.

Bons estudos e até mais!

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Desconstruir uma “mente engessada” exige mudança de cultura, de prática e de olhar sobre o erro e o conhecimento. Muitas vezes, desde cedo, as pessoas são ensinadas apenas a repetir respostas prontas, decorar conteúdos e buscar aprovação. Com isso, deixam de experimentar, questionar e criar.
Para transformar essa realidade, é importante incentivar a curiosidade, a autonomia e o pensamento crítico. O jovem precisa perceber que errar faz parte da aprendizagem e que o conhecimento não nasce pronto, mas é construído por meio da pesquisa, da reflexão, das tentativas e das experiências vividas.
A escola e a família têm papel fundamental nesse processo. Em vez de valorizar somente notas e respostas corretas, é necessário reconhecer o esforço, a participação, a criatividade e os caminhos percorridos até chegar a uma solução. Quando o estudante entende o “porquê” das coisas, ele desenvolve mais autonomia e confiança para pensar por si mesmo.
Além disso, o diálogo, a leitura, o contato com diferentes ideias, culturas e tecnologias ajudam a ampliar a visão de mundo e romper padrões rígidos de pensamento. Uma mente aberta aprende a questionar, ouvir, analisar e se reinventar constantemente.
Portanto, desconstruir a mente engessada significa formar pessoas capazes de pensar, criar, refletir e transformar a realidade, e não apenas repetir aquilo que lhes foi imposto.

Desconstruir a mente engessada significa aprender a pensar de forma mais aberta, criativa e crítica. Para isso, é importante valorizar o processo de aprendizagem, incentivar a curiosidade, aceitar os erros como parte do crescimento e estimular a reflexão, a pesquisa e o diálogo. Assim, os jovens deixam de apenas repetir informações e passam a construir seus próprios conhecimentos.