- Decomposição do problema
O primeiro passo é dividir o problema em partes menores (isso me lembrou das aulas de rede de computadores quando o professor falava dividir para conquistar). Em vez de tratar todas as mensagens como um bloco confuso, podemos separar os tipos de solicitações, como:
- Problemas de acesso ao sistema
- Dúvidas sobre pagamento
- Erros no uso de funcionalidades
- Outros (feedbacks, sugestões, etc.)
Essa divisão facilita entender o que está acontecendo e permite tratar cada caso de forma específica.
- Reconhecimento de padrões
Ao analisar as mensagens dos usuários, é possível identificar padrões recorrentes. Por exemplo:
- Muitos usuários esquecem a senha
- Dúvidas frequentes sobre formas de pagamento
- Erros comuns ao usar determinada funcionalidade
- Esses padrões ajudam a prever problemas e criar respostas mais rápidas e padronizadas.
- Abstração
A abstração entra para simplificar o fluxo. Em vez de lidar com cada mensagem de forma totalmente única, podemos criar categorias gerais e modelos de resposta.
Por exemplo:
- Criar um modelo padrão para recuperação de senha
- Um guia simplificado para pagamento
- Tutoriais básicos para funcionalidades mais usadas
- Assim, focamos no essencial e evitamos lidar com detalhes desnecessários a todo momento.
- Criação de algoritmo (automatização)
Sim, é totalmente viável criar um algoritmo para lidar com os pedidos. Um exemplo de fluxo seria:
- Receber a mensagem do usuário
- Identificar palavras-chave (ex: “senha”, “pagamento”, “erro”)
- Classificar automaticamente o tipo de solicitação
Direcionar para:
- Resposta automática (FAQ ou chatbot)
- Ou atendimento humano especializado, se necessário
Esse algoritmo pode ser implementado com chatbots ou sistemas de triagem automática, acelerando muito o atendimento.