Oi, Ana. Tudo bem com você?
O exemplo que você trouxe é muito rico porque vai além do óbvio. Pensar no nível físico do corpo em relação ao outro é uma forma sutil e poderosa de comunicar respeito e presença, e pouquíssimas pessoas têm essa consciência de forma espontânea. A leitura que você faz do lado negativo, ficar em pé enquanto o outro está sentado, também é precisa: essa assimetria física transmite urgência ou distância mesmo sem nenhuma palavra.
Esse tipo de percepção apurada sobre o próprio comportamento é o que torna a linguagem não verbal uma ferramenta real, e não só um conceito teórico.
Para aprofundar ainda mais essa consciência, vale observar, nas próximas conversas, não só o seu posicionamento, mas o do outro. Quando a pessoa muda de postura durante o diálogo, inclina o corpo para frente ou recua, por exemplo, isso também comunica algo. Ler esses sinais em tempo real ajuda a ajustar a própria comunicação de forma mais dinâmica.
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