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Comunicação Não Violenta.

Em uma experiência de tabalho que tive na empresa, fiquei surpreso com o retorno que obtive. Fiz apontamentos de como estava caminhando a rotina das atividades no trabalho, e fiz um diálogo franco, aberto e diante de todos trouxe para a discussão o que por um tempo havia mudado, e que no meu entender não pareceu ter resultados positivos, pois a situação de descuído com a qualidade da execução das tarefas estava afetando a rotina do colega seguinte e vice- e versa, parecia uma bola de neve que crescia sem atenção de mais ninguém. Nossa, isso foi o estopim para as "mascaras' cairem, rs! Santo, foi o adjetivo mais leve que recebi, rs...! Sempre entendi que aprendemos no dia-a dia, deixei de lado uma visão de que o trabalho simples é rotina, essa visão não me motivava buscar ser melhor. A recepção pelos colegas da mesa não foi boa. Entenderam que eu fazia apontamentos como quem diz que eles não eram competentes, e o pior é que, justamente busquei palavras que não apontasse ou direcionasse à alguém, mas...
Talvez minha comunicação pareceu ser agressiva, hoje entendo que posso melhorar com as técnicas certas de comunicação, e sendo mais observador, e tentar entender o que esta por trás daquela mudança nas atividades no trabalho.

Já em outro curso, um tutor respondeu de forma estranha para um colega da turma, "como eu já te disse, parece que você não leu o tutorial, e por isso não seguiu o que eu falei, e está errando em algo que é repetido, ou se faz de esquecido, nossa!", não recebi bem esse apontamento do tutor, mas pude entender em mim o que melhorar, observando minha compaixão, qual é meu sentimento em ouvir, o que penso de falar ao outro, será que minhas experiências de comportamento estarão afetando o outro de forma a apresentar algo que faça sentido para a pessoa, hoje tenho mais cuidado de como falar com alguém.

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Eu entendo completamente o que você está dizendo!

Sou uma pessoa multipotencial, e por isso já estou na minha segunda graduação - Publicidade e Propaganda. Na primeira, engenharia, eu pensei diversas vezes sobre essa questão de comunicação não violenta devido às respostas de professores à alunos que já presenciei em sala de aula. Muitas das vezes realmente sem educação, eu diria.

Outrossim, creio que este pode ser um dos motivos pelos quais a evasão em cursos de engenharia está tão alta. Realmente, eu diria que não dá para ficar em um lugar onde você faz uma pergunta e recebe uma "patada" como resposta. Por isso creio que a comunicação não violenta é um aspecto muito importante a ser levado em consideração, principalmente se formos analisar o fato de que a nova geração, que está entrando agora no mercado de trabalho, vem não aceitando mais "levar desaforo para a casa"; ou seja, quem maltratá-los, vai ser maltratado de volta.

E, sinceramente, não vejo isso como um ponto negativo, tá? Justamente porque se a pessoa se sentiu no direito de te atacar, você também está no direito de se sentir violado(a) e retrucar.

Parabéns por se preocupar em evoluir nisso!

Prezada,

Emanuelle Katerine Reis Figueredo.

Obrigado por compartilhar seu ponto de vista de algo semelhante ao contexto por mim apresentado.
Os tempos vão passando e as pessoa mudam também. As empresas e instituições também receberão adaptações por seu público.
Nota-se também que uma nova geração com tutores sem atualização, parecem sofrer menos pressão em silencio, rs. É um bateu levou mesmo pra todo lado. Mas como o CNV nos ensina, é necessário buscar o entendimento da origem daquele sentimento, e que o nosso sentimento e a administrção dele é individual.

Seus apontamentos me ajudaram a entender melhor o conteúdo da aula.

Mais uma vez, obrigado!