Dados os erros apresentados:
- Erros frequentes em produção.
- Longo tempo de recuperação quando falhas acontecem.
- Pouca visibilidade do progresso das entregas pelos gestores e stakeholders.
Com o primeiro caminho, identificariamos o fluxo de trabalho, determinaríamos o WIP e criaríamos ciclos de entrega de pequenas tarefas e comunicação entre a equipe, definindo assim o lead time.
Usando o segundo caminho, iriamos usufruir da tecnica shift left, visando na segurança e na integridade do projeto, fazendo testes antes de criar codigos, revisando codigos estáticos e não se preocupando em achar culpados mas sim uma solução para o problema.
Já o terceiro usaria a experimentação de novas tecnologias, visando encontrar ferramentas melhores, incentivando o ambiente fearless juntamente com o aprendizado em cada etapa do projeto.