Na organização em que atuo, o processo decisório é, em sua maioria, bem estruturado e orientado por diretrizes de governança, com definição de papéis e responsabilidades. A existência de comitês e níveis de aprovação contribui para dar clareza às decisões, principalmente em temas mais críticos, como risco e segurança da informação.
No entanto, em alguns momentos, podem surgir dúvidas pontuais sobre responsabilidades, especialmente em processos que envolvem múltiplas áreas. Isso pode gerar percepções de sobreposição ou atraso na tomada de decisão, principalmente quando não há uma definição clara de “dono” do processo.
Na minha experiência, esses pontos são mitigados com o fortalecimento de práticas como definição de responsáveis (ex: matriz RACI), comunicação entre áreas e alinhamentos periódicos, garantindo maior eficiência e evitando duplicidade de comando.
Assim, apesar de existir uma base sólida de governança, há sempre espaço para evolução na clareza dos papéis e na agilidade do processo decisório.