Achei muito interessante esse ponto sobre o “trade-off” entre desempenho e complexidade no uso de linguagens de baixo nível em sistemas embarcados.
Muitas vezes pensamos apenas na praticidade do desenvolvimento, mas em ambientes IoT a prioridade normalmente é eficiência e controle do hardware, justamente pelas limitações de memória, processamento e consumo de energia dos dispositivos.
Outro ponto importante é perceber que, quanto mais próximo do hardware, maior a capacidade de otimização, porém maior também a responsabilidade técnica do desenvolvedor, já que manutenção, depuração e escalabilidade acabam se tornando mais desafiadoras.
No fim, fica claro que em sistemas embarcados a escolha da linguagem não envolve apenas facilidade de programação, mas principalmente desempenho, confiabilidade e uso inteligente dos recursos disponíveis.