Depois de mais de 10 anos em TI, hoje atuando com dados, analytics e governança em uma instituição financeira, uma coisa fica clara: software não é mais só ferramenta — é a forma como a gente pensa e resolve problemas.
No meu dia a dia trabalho da engenharia de dados até modelos semânticos, o maior diferencial não está só na tecnologia, mas em como conectamos tudo isso para gerar valor.
E é aí que entra a criatividade: não necessariamente em criar algo do zero, mas em organizar, simplificar e dar sentido a dados complexos. Muitas vezes, a solução não está na ferramenta, mas na forma como enxergamos o problema.
No fim, software hoje é menos sobre código e mais sobre contexto. Quem entende isso deixa de ser só executor e passa a ser parte ativa na construção de soluções que realmente impactam o negócio.
E na experiência de vocês: em que momento o uso de software deixou de ser operacional e passou a ser realmente estratégico no dia a dia?