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Relacionamento

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Oii, Lalton. Tudo bem?

É muito legal acompanhar sua evolução na modelagem de dados. Analisando o diagrama que você compartilhou, percebo que você estruturou visualmente como as informações se conectam, o que ajuda muito a entender o fluxo do sistema de conferências.

Sua interpretação dos relacionamentos demonstra uma boa compreensão da lógica de negócio.

  • Você representou corretamente que uma Conferência possui várias Sessões (1:N). No seu diagrama, a relação "Possui" reflete bem essa hierarquia.
  • O relacionamento "Gera" entre Submissão e Apresentação (1:1) está bem posicionado. Isso indica que, após o aceite, o trabalho submetido se torna oficialmente parte do cronograma.
  • A relação "Submete" mostra que um Participante (no papel de palestrante) pode enviar vários artigos (0:N), e cada submissão pertence a apenas um autor principal (1:1).

Entidades fracas e identificadoras:

Notei que você utilizou bordas duplas em entidades como Sessão, Submissão e Apresentação. Na modelagem, isso indica entidades fracas, aquelas que dependem da existência de outra para serem identificadas. É uma escolha interessante, pois uma sessão realmente não faz sentido sem uma conferência vinculada.

Pontos de atenção para refinar o modelo:

  1. Revisores e Submissões: No diagrama, a relação entre Revisores e Submissão via "Revisores Sub" mostra uma cardinalidade (1,n). Lembre-se que, como um revisor avalia vários artigos e um artigo recebe vários revisores, esse é um relacionamento N:N. Criar uma entidade associativa chamada "Avaliação" pode ajudar a guardar a nota ou o feedback dado pelo especialista.
  2. Participante e Conferência: Senti falta de uma conexão direta ou associativa entre o Participante e a Conferência de forma geral (para registrar quem é apenas ouvinte, por exemplo). O instrutor sugere uma entidade de "Participação" para resolver esse muitos para muitos (N:N).

O caminho é exatamente esse. Desenhar o modelo conceitual permite prever falhas antes mesmo de começar a escrever o código SQL.

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