Sim, outras empresas também utilizam a Theory U ou abordagens inspiradas nela para pensar o futuro e conduzir processos de transformação organizacional. Organizações como Unilever, Natura e diversas iniciativas ligadas ao Presencing Institute têm explorado práticas de escuta, cocriação e inovação sistêmica para lidar com desafios complexos e construir visões de longo prazo.
Na minha opinião, faz sentido que as empresas assumam esse papel, pois elas influenciam diretamente a sociedade por meio de seus produtos, serviços e decisões. No entanto, essa responsabilidade deve ser exercida de forma colaborativa, envolvendo diferentes atores e perspectivas. O valor da Teoria U está justamente em promover processos de construção coletiva, nos quais o futuro não é definido por uma única organização, mas cocriado a partir do diálogo e da compreensão profunda dos desafios compartilhados.