1. Estrutura Organizacional:
- Definir os gestores responsáveis por cada processo de trabalho e os revisores dos processos, visando uma gestão mais eficaz em todos os níveis da empresa.
2. Diretrizes e Padrões:
- Estabelecer políticas e regras que orientem a execução dos processos (manuais, normativos, boas práticas etc.) em alinhamento com os objetivos da empresa. Fazer a gestão do conhecimento.
3. Definição de Indicadores-Chave de Desempenho (KPIs):
- Definir KPIs e métricas de desempenho periódicos para identificar desperdícios, gargalos e pontos a serem melhorados.
4. Monitoramento e Avaliação Contínuos:
- Medir a eficácia dos processos com auxílio de indicadores e estabelecer uma periodicidade de revisão dos processos de forma que seja estabelecida uma avaliação contínua dos processos e identificação de pontos de melhoria.
5. Tomada de Decisões Baseada em Dados:
- Um bom monitoramento dos processos por meio de indicadores ajuda muito na tomada de decisões. Entretanto, a governança de processos também leva em consideração para a tomada de decisões uma estrutura hierárquica com responsabilidades e autoridades bem definidas, um fluxo de aprovações e controles que garantam alterações adequadas nos processos e políticas e diretrizes que norteiem os processos de forma alinhada com os objetivos da empresa.
6. Melhoria Contínua:
- Promover o feedback dos colaboradores dos processos e incentivar a colaboração e a troca de experiências para que haja um ciclo de melhoria contínua dos processos.
7. Comunicação Efetiva:
- Comunicar claramente e de forma eficaz para que haja a compreensão de todos os colaboradores sobre os processos.
8. Treinamento e Capacitação:
- Capacitar todos os colaboradores para que entendam seus papeis e suas responsabilidades nos processos de trabalho.