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Você está vendo a versão anterior da nova experiência da Alura que estamos preparando para você. Em breve, ela ganha uma identidade visual novinha totalmente pensada em potencializar seus estudos!

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Cristina não tem empatia, mas respeito, consideração e civilidade.

No exemplo dado da Cristina, que responde todos os dias a mesma pergunta para cliente diferentes, não acredito que isso seja empatia, pois ela não precisa se colocar no lugar do outro para ser educada e cordial. Acho que isso tem muito mais a ver com urbanidade, civilidade e comprometimento com o trabalho. Se você tem a função de responder perguntas, não importa quem as faz e quantas vezes, é seu dever tratar a todos com urbanidade, cordialidade, respeito e civilidade no trabalho.

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Oi, Manuela, como vai?

Sua observação é bastante pertinente, principalmente porque o comportamento da Cristina também pode ser interpretado como cordialidade, civilidade e comprometimento profissional. A questão, porém, está em destacar que a empatia não significa apenas concordar ou sentir exatamente o que a outra pessoa sente. Nesse contexto, quando Cristina entende que o cliente não tem culpa por fazer uma pergunta repetida e, mesmo estando impaciente, mantém uma postura cordial, ela demonstra autocontrole e consideração pela perspectiva do outro.

Além disso, a atividade busca relacionar esse comportamento a características da empatia, como reconhecer emoções e escutar abertamente.Realmente, existe uma sobreposição entre empatia, respeito e civilidade, e é justamente essa proximidade que pode tornar o exemplo um pouco discutível. Sua leitura mostra uma boa percepção de que uma atitude profissional nem sempre significa, necessariamente, uma atitude empática.

Na sua opinião, que situação deixaria mais evidente a diferença entre simplesmente agir com cordialidade e realmente demonstrar empatia?

Continue compartilhando suas reflexões por aqui. O fórum está à disposição para continuarmos essa discussão.

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Mike, confesso que tenho "aversão" a essa palavra empatia, pois é muito dificil se colocar no lugar do outro, por mais que as pessoas tentem, nunca será a mesma coisa, pois cada um tem suas características, personalidades, vivências diferentes, então, se colocar no lugar, com o olhar do outro, é muito complexo... e não acho que isso seja bom. Portanto, no meu dia a dia eu não tento ser empática, mas sim cordial, respeitosa, compreensiva, porque na verdade nunca vou sentir o que o outro sente, posso até tentar imaginar, mas não sentir.