O problema do conversor de temperatura mostra como funções deixam nossos algoritmos mais organizados e fáceis de entender. Em vez de colocar todo o cálculo direto no programa principal, criamos uma função que recebe a temperatura em Celsius, aplica a fórmula e devolve o resultado em Fahrenheit.
Isso torna o código mais claro, reutilizável e próximo do que aprendemos em matemática: uma função recebe uma entrada, processa e gera uma saída. No programa principal, basta chamar essa função e mostrar o resultado para o usuário.
O interessante é que essa lógica pode ser expandida para um conversor geral de unidades, com várias funções diferentes (temperatura, comprimento, massa). Assim, o algoritmo fica modular e pronto para crescer sem perder clareza.