Nas Centrais de Rede de Frio, de todo o Brasil, são utilizadas Câmeras de vacinas, como solução mais segura, prática e eficaz para realizar o armazenamento de vacinas e outros termolábeis (substâncias sensíveis a variações de temperaturas). Esses equipamentos são regularizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e usam tecnologias – controle de temperatura, alarme, fonte de energia própria, etc.
Vamos pensar na automação, por exemplo, como na transição da leitura manual diária de termômetros para um sistema de monitoramento remoto com alertas.
O Problema: O RH hoje é como verificar o termômetro da geladeira de 5 em 5 minutos. É manual, estressante e gera erros se você se distrair.
A Solução (Pensamento Computacional): Você cria uma "regra de negócio" (um algoritmo). Em vez de checar a temperatura, o sensor (o software) monitora e só me avisa se algo sair do padrão.
O "POP Digital" para o RH, aplica a mesma lógica dos POPs (Procedimentos Operacionais Padrão) da Rede de Frio: Entrada: Candidato aprovado.
Ação Automática (Se/Então): Se o candidato selecionar um horário, então o sistema envia o convite, cria a sala de vídeo e avisa o gestor.
Monitoramento: Se o candidato não marcar em 24h, o sistema dispara um "alerta" para você agir, igual a um alarme de temperatura.
Resumindo: paramos de "transportar gelo" (agendar reuniões manualmente) e passamos a "monitorar o estoque" (analisar a qualidade dos candidatos), deixando a tecnologia garantir que nada saia da temperatura ideal.
Bom é isso!