Como profissional de processos, entendo que toda tarefa repetitiva possui um padrão.
Mapeando o processo e entendendo o que acontece em cada etapa, facilita enxergar onde o esforço humano é necessário e onde está sendo desperdiçado. A partir daí fica evidente que o que muda entre execuções, quais os padrões existentes, o que deve ser descrito e ensinado a um sistema. Transformar esse padrão em um modelo genérico, é o que permite que um único fluxo cubra dezenas de situações diferentes. Com a tarefa decomposta, o padrão reconhecido e a abstração criada, o algoritmo tem tudo que precisa para rodar sozinho, avisar quando precisar de intervenção humana e registrar o que aconteceu. O time para de executar e passa a supervisionar.