Prevenção do Assédio Sexual e Moral Digital em Instituições
Abordagem Integrada com Ênfase em Linguagem Computacional
Por Ricardo Costa Val do Rosário auxiliado por Microsoft CoPilot 365 e ChatGPT (modelo de apoio analítico)
1. Introdução
- O avanço tecnológico contribuiu significativamente para o aumento da produtividade e da
conectividade em organizações públicas e privadas, ao mesmo tempo em que ampliou as
possibilidades de práticas abusivas. O assédio sexual e moral, anteriormente restrito a
interações presenciais, passou a manifestar-se também em ambientes digitais,
frequentemente mediante o uso de scripts, automações, códigos e sistemas de TI para fins
de intimidação, vigilância, sabotagem ou constrangimento de profissionais.
- Este documento apresenta uma abordagem estruturada acerca dos seguintes tópicos:
• Assédio sexual e moral digital;
• Exemplos ilustrativos (hipotéticos), empregando lógica de programação;
• Boas Práticas de prevenção;
• Aspectos relevantes para gestores, equipes de TI e setores responsáveis pela integridade
institucional.
- Sem detalhamento jurídico, mas reconhecendo a existência de responsabilizações administrativa,
civil, penal e trabalhista, este material tem como principal objetivo evidenciar como as linguagens
de programação podem tanto viabilizar condutas abusivas quanto fortalecer mecanismos de proteção.
2. Assédio Moral e Sexual Digital: Conceito e Relevância
# 2.1 Assédio Moral Digital
- É a prática repetida e intencional de atos que humilham, intimidam, isolem ou prejudiquem um
trabalhador utilizando tecnologia como meio. Pode envolver:
1. travamentos programados de máquina;
2. perda proposital de arquivos;
3. scripts que dificultam o trabalho;
4. monitoramentos abusivos;
5. mensagens intimidadoras automatizadas.
# 2.2 Assédio Sexual Digital
- Consiste no envio de mensagens de cunho sexual, chantagens, ameaças ou constrangimentos
realizados por meios digitais. Pode incluir:
1. propostas ou insinuações indesejadas;
2. chantagem envolvendo supostos “malwares” ou vazamento de dados;
3. mensagens repetitivas de ameaça ou coerção.
- Ambas as condutas podem configurar ilícitos graves, com repercussão jurídica, disciplinar
e tecnológica.
3. Exemplos Didáticos em Linguagem de Programação (Simulações Seguras)
- A seguir, apresentam-se dois casos fictícios amplamente discutidos na literatura especializada
em segurança digital e governança.
- Estes exemplos são ilustrados por scripts simulados em Python.
- Ressalta-se que nenhum dos cenários apresentados resulta em danos reais, sendo utilizados
exclusivamente para demonstrar a lógica envolvida em comportamentos abusivos.
3.1 Caso 1 – Assédio Sexual Virtual por Ameaça Digital
- Um agressor envia mensagens ameaçando acionar supostos “ransomwares” se a vítima não aceitar
sair com ele.
class HackerAssediadorSimulado:
def __init__(self, alvo):
self.alvo = alvo
def enviar_mensagem(self):
mensagem = (
f"Olá, {self.alvo}. Se você não sair comigo, posso ativar os 'ransomwares' "
"que digo ter instalado no seu computador. Pense bem."
)
print(mensagem)
def simular_fluxo(self):
print("[SIMULAÇÃO] Início do fluxo de ameaça.")
self.enviar_mensagem()
print("[SIMULAÇÃO] Nenhum dano real executado.")
3.2 Caso 2 – Assédio Moral Digital por Sabotagem Tecnológica
- Um chefe mal-intencionado cria um “trojan simulado” que trava a máquina do subordinado
a cada 4 horas, impossibilitando a conclusão de tarefas.
class ChefeAssediadorSimulado:
def __init__(self, nome):
self.nome = nome
def bloquear_simulado(self):
print(f"[BLOQUEIO] Máquina de {self.nome} travada propositalmente.")
def jornada(self):
print("[SIMULAÇÃO] Início da jornada.")
self.bloquear_simulado()
print("[SIMULAÇÃO] Evento descoberto pela TI. Técnicas reais omitidas.")
- Ambos scripts demonstram como intenção, repetição e uso de tecnologia podem
caracterizar assédio digital.