Atuando como professora universitária, na graduação e na pós-graduação, percebo que em muitas situações eu já utilizo a decomposição de problemas, seja na preparação de aulas, na elaboração de artigos ou nos processos de orientação. Estes últimos talvez sejam alguns dos que mais se beneficiam dessa prática, uma vez que, para conseguir orientar pesquisadores, em especial aqueles que estão se iniciando no universo acadêmico, eu precisei criar alguns protocolos que permitam que eles avancem, aos poucos, nas diversas etapas de seus processos de pesquisa. Hoje percebo que fiz isso valendo-me dessa decomposição de problemas, identificando suas partes e organizando as tarefas necessárias a serem cumpridas para cada uma delas, considerando prioridades e cronogramas.