Compreender que o pensamento computacional se aplica também na nossa vida cotidiana e não apenas no universo dos computadores é de certa forma intrigante, ao mesmo tempo que desperta o interesse para se conhecer mais sobre esse tema. Não posso negar que fico entusiasmado em descobrir, nas minhas rotinas diárias e semanal, como estou aplicando o pensamento computacional para dividir minhas demandas em partes menores e mais gerenciáveis para facilitar a compreensão sobre essas partes e resolver o problema maior da melhor forma.
Um programa de computador é desenvolvido considerando primariamente o pensamento computacional implementado pelos vários times envolvidos na criação do software, como: divisão do problema em partes menores, reconhecimento de padrões, abstração de elementos essenciais para a solução e por fim o desenvolvimento de um passo a passo (algoritmo) para definir a solução como algo tangível e praticável com eficácia. Perceber que esse roteiro sempre esteve presente no dia a dia das pessoas pode até fazer que a realização das nossas tarefas seja algo mais simples de entender e mensurar os resultados, já que partindo do pressuposto de que tarefas menores são mais gerenciáveis e mais fáceis de resolver, ao decompor um problema (tarefa) fica mais fácil visualizar o resultado final quando a demanda geral for concluída.
Essa visão também é uma aplicação do pensamento computacional nas demandas (tarefas) no dia a dia das pessoas, seja em casa ou no trabalho. Com isso, a decomposição do problema, assim como, a abstração quando decidimos quais os melhores recursos que serão utilizados para aplicar na solução de uma tarefa, por exemplo, uma faxina em casa, uma viagem; e como será o passo a passo para sua realização é uma das formas de aplicar o mesmo protocolo utilizado no desenvolvimento de software, só que aqui referindo-se às tarefas do nosso dia a dia.