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Hora da prática

  1. Criei uma nova rede e adicionei 2 roteadores, 2 switches e 2 computadores.
  2. A interconexão dos roteadores está na Fa 0/0, e a interconexão de cada roteador com seu switch está na Fa 0/1.
  3. Ativei o endereçamento IPv6 em cada um dos roteadores com o comando: ipv6 unicast-routing
  4. Decidi atribuir os seguintes endereços:

| Roteador | Porta | Endereço |
| Roteador-A | Fa 0/0 | 2001:aa8::1/64 |
| Roteador-A | Fa 0/1 | 2000:aa8::1/64 |
| Roteador-B | Fa 0/0 | 2001:aa8::2/64 |
| Roteador-B | Fa 0/1 | 2002:aa8::1/64 |

  1. Depois disso, configurei cada uma das portas interconectadas com o switch como tronco e alterei a configuração de recebimento de IPv6 da interface interconectada entre cada switch e seu respectivo roteador.
  2. Em seguida, adicionei um servidor externo na porta Fa 0/3 do Switch-A, configurei essa porta também como tronco e atribuí seu endereço automaticamente.
  3. Para interligar esses 2 roteadores, usarei o protocolo OSPFv3, que é a versão do OSPF para IPv6. No OSPFv3, precisamos atribuir um ID de roteador no formato IPv4. Para isso, usaremos o ID 10.1.1.1 para o Roteador-A e 10.1.1.2 para o Roteador-B.
  4. Na interface que interconecta os dois roteadores, configuraremos o OSPFv3 na área 0. Além disso, também ativaremos o OSPFv3 nas interfaces de interconexão entre os switches e o roteador de cada rede.

Atividade

Vale fazer algumas considerações finais sobre a atividade. Foi difícil devido ao fato de que eu ainda não estou muito acostumado com a utilização do novo protocolo e notei que tudo é diferente. É uma compreensão semelhante, mas divergente, principalmente nos protocolos de comunicação.
Todavia, valeu bastante a pena concluir essa atividade.

1 resposta
solução!

Oi, Diego! Meus parabéns por concluir essa atividade. É muito gratificante ver como você enfrentou os desafios da transição para o IPv6 e conseguiu implementar com sucesso o OSPFv3, demonstrando um domínio técnico admirável sobre a configuração de roteamento dinâmico de nova geração.

Sua percepção de que a compreensão é "semelhante, mas divergente" é muito precisa. Embora os fundamentos do roteamento permaneçam, o IPv6 introduz uma camada de automação e vizinhança muito mais direta, como você notou ao ativar o protocolo diretamente nas interfaces em vez de usar comandos globais de rede. A necessidade de definir um Router ID no formato decimal (IPv4) mesmo em uma rede puramente IPv6 é um desses detalhes que mostram como os protocolos evoluíram mantendo certas compatibilidades estruturais.

Conseguiu perceber como a ativação do OSPFv3 diretamente na interface elimina a necessidade de calcular máscaras curinga (wildcard masks), tornando a configuração menos suscetível a erros humanos?

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!