Olá, Eduardo! Tudo bem?
Quando falamos sobre embeddings open source e o uso de um modelo LLM proprietário com dados sensíveis, gerar os embeddings localmente não garante que os dados estejam protegidos.
O ponto importante é separar onde o embedding é gerado de quais dados são enviados ao LLM. Mesmo com embeddings criados localmente, o fluxo RAG pode recuperar trechos dos documentos e enviá-los ao modelo proprietário. Se esses trechos tiverem dados sensíveis, eles continuam sendo expostos ao serviço externo.
->documento_sensivel
-> embedding_local
-> banco_vetorial
-> busca_semantica
-> trecho_relevante
-> llm_proprietario
-> resposta
Esse fluxo mostra que o embedding local protege a etapa de vetorização, mas não impede o envio do conteúdo original ao LLM.
Para aumentar a proteção, você pode aplicar anonimização, mascaramento de dados, controle de acesso e políticas de retenção antes de enviar os trechos ao modelo. Também é necessário verificar as políticas do provedor sobre armazenamento e uso dos dados enviados à API.
Outro coisa que merece atenção é, embedding não é sinônimo de anonimização. Os vetores ainda podem representar informações semânticas dos documentos.
Então, para dados sensíveis, a segurança precisa ser considerada em toda a arquitetura RAG, e não apenas na geração dos embeddings.
Na sua arquitetura, os trechos recuperados também serão enviados ao LLM proprietário ou você pretende manter essa etapa dentro da sua própria infraestrutura?
Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!