Eu constumo criar os volumes dessa forma:
docker run -it -v volume-books:/app/dados-importantes ubuntu bash
uso o -v de volume em vez do --mount pois fica muito menos verboso.
Seria uma boa escolha também?
Você está vendo a versão anterior da nova experiência da Alura que estamos preparando para você. Em breve, ela ganha uma identidade visual novinha totalmente pensada em potencializar seus estudos!
Eu constumo criar os volumes dessa forma:
docker run -it -v volume-books:/app/dados-importantes ubuntu bash
uso o -v de volume em vez do --mount pois fica muito menos verboso.
Seria uma boa escolha também?
Oi, Levi!
A sua abordagem de usar -v para criar volumes no Docker é totalmente válida e é uma prática comum. O comando -v é uma forma mais concisa de montar volumes, enquanto o --mount oferece uma sintaxe mais detalhada e flexível.
A escolha entre -v e --mount pode depender do contexto e da preferência pessoal. O -v é ótimo para simplicidade e rapidez, especialmente quando você já está familiarizado com os parâmetros que precisa passar. Por exemplo:
docker run -it -v volume-books:/app/dados-importantes ubuntu bash
Por outro lado, o --mount é mais explícito e pode ser mais fácil de entender para quem está lendo o comando, pois separa claramente a fonte e o destino, além de permitir configurações adicionais. Veja um exemplo similar usando --mount:
docker run -it --mount source=volume-books,target=/app/dados-importantes ubuntu bash
Ambas as formas cumprem o mesmo propósito de montar volumes, mas --mount pode ser mais útil em situações onde você precisa especificar opções adicionais ou quando está lidando com configurações mais complexas.
Bons estudos!