1
resposta

Solução do Desafio: Pensamento Computacional aplicado ao Customer Success

Olá, pessoal!

Aqui é o Pedro Moreira. Estou compartilhando a minha proposta de solução para o desafio proposto na aula, aplicando os 4 pilares do pensamento computacional para ajudar o time de Customer Success.

Aqui está como estruturei a resposta para as perguntas do guia:

  1. Como decompor o problema?
    O problema macro ("mensagens confusas e misturadas") pode ser dividido em quatro subproblemas menores e mais gerenciáveis:

Triagem: Identificar a intenção principal do cliente assim que a mensagem chega.

Segmentação: Categorizar a mensagem (Acesso, Pagamento ou Bug).

Resolução: Definir a ação automática ou padrão para os casos mais simples.

Direcionamento: Encaminhar os casos complexos para o especialista correto.

  1. É possível reconhecer padrões nos pedidos?
    Sim! Mesmo que os clientes usem palavras diferentes, as mensagens seguem três padrões claros:

Padrão de Acesso: Palavras como "não consigo entrar", "esqueci a senha", "bloqueado".

Padrão Financeiro: Palavras como "boleto", "fatura", "estorno", "cobrança".

Padrão de Bug Técnico: Palavras como "erro", "não funciona", "travou", "sumiu o botão".

  1. Que tipo de abstrações podem ser criadas para simplificação do fluxo?
    Podemos criar uma abstração onde o sistema ignora os detalhes irrelevantes (como desabafos, saudações ou histórias longas do cliente) e foca apenas em extrair dados essenciais para o sistema: ID do Usuário, Categoria do Problema (Acesso/Financeiro/Bug) e Nível de Urgência.

  2. É viável criar um algoritmo para lidar com cada tipo de acesso ou solicitação?
    Com certeza! É totalmente viável e prático. Uma excelente forma de implementar esse algoritmo na prática seria usando uma ferramenta de automação visual como o Make (antigo Integromat) combinada com uma inteligência artificial para fazer a triagem do texto.

O algoritmo funcionaria assim:

O cliente envia a mensagem.

A IA lê o texto e identifica a categoria (Acesso, Financeiro ou Bug).

Um roteador (Router) direciona o fluxo:

Se for Acesso: Dispara um link automático de redefinição de senha.

Se for Financeiro: Busca a 2ª via do boleto no sistema de pagamentos e envia ao cliente.

Se for Bug: Cria um card automaticamente no Jira/Trello do time de desenvolvimento.

Se não identificar: Passa para a triagem de um atendente humano.

O que acharam dessa abordagem utilizando o Make? Alguém pensou em uma arquitetura diferente? Vamos trocar uma ideia!

Abraços,
Pedro Moreira

1 resposta

Oii Pedro, tudo bem?

Valeu por compartilhar sua solução aqui no fórum! Com certeza vai ajudar outros alunos que estiverem trabalhando no mesmo desafio.

Você aplicou os 4 pilares de forma bem estruturada e, mais do que isso, conectou o conteúdo a uma situação real de trabalho. A ideia de usar o Make com um roteador para encaminhar cada categoria de problema é um exemplo concreto e prático de como um algoritmo pode ganhar vida fora do papel. O passo de incluir a saída "não identificou, vai para o humano" também mostra maturidade no raciocínio: todo sistema precisa de um fallback.

A abstração que você descreveu, ignorar desabafos e saudações para focar em ID, categoria e urgência, é exatamente o tipo de simplificação que torna um fluxo escalável.

Conte com a Alura para evoluir seus estudos. Em caso de dúvidas, fico à disposição.

Bons estudos!

Sucesso

Imagem da comunidade