Acho que a premissa é realmente muito assertiva. já trabalhei em empresas que eram extremamente estratégicas e criavam regras que faziam um total sentido mas pouco quase nada investiam no Pilar de cultura e engajamento o que resultava em um ponto cego envolvimento das ações da empresa. De nada adianta criar um playbook extremamente sofisticado se o contexto psicossocial da equipe não for levado em consideração. Por outro lado já vem empresas pequenas que souberam desde a sua fundação trabalhar muito bem os pilares culturais atingirem escala muito rapidamente mesmo sem ter total clareza da estratégia a ser seguida. Essa capacidade de manter todos na mesma página engajados em volta de uma mesma visão é o que garante que independente da estratégia seguida os motores essenciais de crescimento serão garantidos. Não se trata de relativizar ou diminuir a importância da estratégia mas sem entender de que era um componente posterior a uma cultura bem estabelecida.