Ao longo do treinamento, focamos na superação de prompts genéricos por meio da inclusão de especificações detalhadas e limites operacionais para a IA. Praticamos a estruturação de dados — desde a curadoria de listas de hotéis até a conversão desse conteúdo em artigos de blog com diferentes tons de voz.
Além disso, desenvolvemos fluxos de automação para atendimento, criando regras para e-mails personalizados que utilizam variáveis como o nome do cliente e segmentação geográfica (Itália, República Tcheca e Alemanha). Por fim, validamos a estratégia de encadeamento de tarefas, onde um projeto complexo é dividido em etapas sequenciais (lista > blog > rede social) para garantir resultados mais precisos.
Desde o começo, o foco foi deixar de lado comandos "preguiçosos" e aprender a dar as instruções certas para a IA. Vimos na prática como pegar uma simples lista de hotéis e transformá-la em conteúdo de valor, adaptando o texto de um blog para algo mais leve e informal.
Também entramos no mundo da personalização, criando regras para que a IA responda e-mails de clientes de forma amigável e estratégica. O grande diferencial foi aprender a não "atropelar" o processo: descobrimos que é muito melhor pedir uma coisa de cada vez — primeiro a lista, depois o texto, depois o post — do que tentar fazer tudo em um único comando.