Foquei nela criar o post referente ao aprendizado de agora. Engenharia de prompt.
Subtarefa 1 — planejamento
Três aprendizados candidatos da semana:
- Engenharia de prompt como disciplina (não como "truque")
- IA generativa amplifica quem pensa antes de pedir, não substitui o pensamento
- Decompor tarefa antes de delegar à IA é o equivalente moderno de fazer um bom briefing
Foco escolhido: engenharia de prompt como disciplina. Tem aplicação prática imediata e dá ao leitor algo que pode usar
no mesmo dia.
Público-alvo: profissionais não-técnicos (designers, gestores, estudantes) que usam ChatGPT/Gemini de forma
superficial e ficam frustrados com respostas genéricas.
Subtarefa 2 — três aberturas
- Versão A (pergunta): "Você já parou pra pensar por que algumas pessoas tiram respostas brilhantes da IA e outras só
conseguem texto genérico?" - Versão B (cena): "Pedi para uma IA generativa escrever este post. Primeira tentativa: texto motivacional sem alma.
Apaguei." - Versão C (número): "Cinco técnicas separam um prompt útil de um prompt que devolve texto genérico."
Subtarefa 3 — análise crítica
┌────────┬───────────────────────────────────────────────────────────────┬────────────────────────────────────────┐
│ Versão │ Ponto forte │ Ponto fraco │
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│ A │ Tensão imediata, identificação rápida │ Cai em "lista de dicas" sem demonstrar │
│ │ │ valor │
├────────┼───────────────────────────────────────────────────────────────┼────────────────────────────────────────┤
│ B │ Narrativa concreta, mostra a técnica aplicada (meta-coerente │ Gimmick do "pedi pra IA" pode parecer │
│ │ com o tema) │ truque │
├────────┼───────────────────────────────────────────────────────────────┼────────────────────────────────────────┤
│ C │ Lista escaneável, ancora atenção pelo número │ Frio, sem gancho emocional, parece │
│ │ │ aula │
└────────┴───────────────────────────────────────────────────────────────┴────────────────────────────────────────┘
Subtarefa 4 — escolha
Escolho a Versão B, refinada. Razões: (1) a narrativa concreta torna o aprendizado memorável, (2) a estrutura meta —
um post sobre prompt feito por prompt — é coerente com o tema, (3) cria identificação genuína sem cair em
autopromoção. Refinamento: tirar o tom de "truque" do início e deixar o aprendizado mais central que o autor.
Post final (cole no LinkedIn):
Pedi para uma IA escrever este post.
Primeira tentativa: texto motivacional genérico, cheio de "jornada incrível" e "rumo ao sucesso". Apaguei.
Segunda tentativa: mudei a abordagem. Dividi o pedido em quatro etapas: listar aprendizados, escolher um foco, gerar
três versões, comparar e refinar. O resultado foi outro mundo.
Foi aí que a primeira semana da trilha de IA da Imersão Santander começou a fazer sentido: engenharia de prompt não é
sobre "saber falar com a IA". É sobre saber pensar a tarefa antes de delegar.
Quem trabalha com design já faz isso há tempos, chama briefing. A engenharia de prompt é essa mesma prática, agora
aplicada a modelos generativos.
Cinco técnicas que mudaram minha forma de usar IA no dia a dia:
– Clareza no enunciado: o modelo não adivinha o contexto que está na sua cabeça
– Decomposição da tarefa em subtarefas menores e ordenadas
– Pedir o raciocínio antes da resposta final
– Pedir justificativa para cada escolha
– Gerar várias versões e comparar
Nenhuma é difícil. Aplicadas juntas, mudam o patamar do que a IA entrega.
#IAnaAlura
Este foi o resultado cru sem intervenção, o resultado ficou bom? E estranho nao modificar nada, né? Qual sua opinião?