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Solucionado
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O dilema da inovação.

Isso me fez repensar bastante sobre inovação. Por mais que seja um assunto bem interessante, às vezes acabo me complicando ao me aprofundar mais, pois a inovação não é tão simples quanto parece. Esses dois princípios da boa gestão me fez perceber o quão estratégico precisa ser para dar certo a inovação. Claro que, errar é comum e acontece, porém acredito que nesses cenários de empresas grandes seja algo pior.

Dito isso, não tenho empresas para usar de exemplo, mas pelo o que entendi foi que certas empresas ao atender o público de melhores clientes, acabam deixando de lado outras maiores ou melhores inovações que poderiam fazer. Tendem a realizar e satisfazer os clientes mais frequentes, e acabam não saindo do "comum". E sem perceber, outra empresa que sai deste comum e faz algo que ninguém esperava mas muito bem recebido, acaba ultrapassando essa empresa sem ser percebida uma ameaça desde o começo.

Atender os melhores e mais frequentes clientes não é algo ruim. O ruim é acreditar que APENAS isso é o necessário para lucrar. Até por um tempo pode ser, mas até quando? E quanto de lucro? Pois vai atingir apenas o público alvo, não outras pessoas fora da bolha.
Agora, realizando uma inovação que pode estourar a bolha, atingir tanto o público que já frequentava seu negócio quanto um público que nem conhecia, mas ser muito bem recebido pelos dois, seria a melhor opção. Geraria até mesmo mais lucro.

Extraordinária esta questão.

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solução!

Oii Rafael, tudo bem?

Que reflexão bem construída! Você captou o ponto central do dilema com clareza: não é que ouvir os melhores clientes seja errado, o problema está em transformar isso em única estratégia. A frase "até quando?" resume muito bem o risco que as empresas assumem sem perceber.

Gostei especialmente de como você conectou o conceito ao efeito bolha. Empresas que ficam girando apenas em torno do seu público consolidado acabam criando um ponto cego para o que está acontecendo fora dali. E aí vem um concorrente que ninguém considerava ameaça real, justamente porque atendia um mercado diferente, e de repente o jogo vira.

Esse é exatamente o mecanismo que Christensen chama de inovação disruptiva: ela não chega pelo topo (superando os líderes de frente), ela surge pelas bordas, onde os grandes não estão olhando.

Se quiser aprofundar ainda mais esse raciocínio sobre inovação e oportunidades, vale explorar:

Conte com a Alura para evoluir seus estudos. Em caso de dúvidas, fico à disposição.

Bons estudos!

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