0
respostas

O dilema da inovação.

Isso me fez repensar bastante sobre inovação. Por mais que seja um assunto bem interessante, às vezes acabo me complicando ao me aprofundar mais, pois a inovação não é tão simples quanto parece. Esses dois princípios da boa gestão me fez perceber o quão estratégico precisa ser para dar certo a inovação. Claro que, errar é comum e acontece, porém acredito que nesses cenários de empresas grandes seja algo pior.

Dito isso, não tenho empresas para usar de exemplo, mas pelo o que entendi foi que certas empresas ao atender o público de melhores clientes, acabam deixando de lado outras maiores ou melhores inovações que poderiam fazer. Tendem a realizar e satisfazer os clientes mais frequentes, e acabam não saindo do "comum". E sem perceber, outra empresa que sai deste comum e faz algo que ninguém esperava mas muito bem recebido, acaba ultrapassando essa empresa sem ser percebida uma ameaça desde o começo.

Atender os melhores e mais frequentes clientes não é algo ruim. O ruim é acreditar que APENAS isso é o necessário para lucrar. Até por um tempo pode ser, mas até quando? E quanto de lucro? Pois vai atingir apenas o público alvo, não outras pessoas fora da bolha.
Agora, realizando uma inovação que pode estourar a bolha, atingir tanto o público que já frequentava seu negócio quanto um público que nem conhecia, mas ser muito bem recebido pelos dois, seria a melhor opção. Geraria até mesmo mais lucro.

Extraordinária esta questão.