Oi,
Nas situações apontadas, entendi que nós mesmo devemos melhorar. Mas e quando é que estamos certo e o outro está errado? Temos que cuidar para nem sempre ser o "bom samaritano" onde somos explorados e feitos de "bobo".
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Oi,
Nas situações apontadas, entendi que nós mesmo devemos melhorar. Mas e quando é que estamos certo e o outro está errado? Temos que cuidar para nem sempre ser o "bom samaritano" onde somos explorados e feitos de "bobo".
Oi Sandra,
Sim, o "bom samaritano" tme um limite, acredito que seja importante a gente gerar um certo afastamento para observar a situação e verficar o que nos compete e o que é do outro.
Perceba que é importante gerar um equilíbrio nisso para não assumirmos responsabildiades que não são nossas, mas também cuidar com o excesso de tercerização de culpa.
Faz sentido? =)
Oi Priscila,
Na aplicação da IE o que percebo é que geralmente a culpa é nossa. A terceirização nunca acontece, dá a entender que sempre nós precisamos melhorar, mas até que ponto isso é factivel? os outros não precisam também? como transpor essa barrei e ficar com o pensamento de "fiz tudo o que podia", por que parece que sempre temos que fazer mais e mais.
Olha a situação com certo distanciamento é importante, e sempre gera insights valiosos - até para termos certeza se estamos mesmo certos em determinada situação, ou apenas sendo resistentes,
Cada questão sempre tem dois lados. Geralmente culpar alguém é mais fácil. Na verdade sempre se espera mais resultados.
É um exercício de autorresponsabilidade. Ok, o outro errou, mas o que eu posso fazer para minimizar o atrito? Como aquilo me atingiu? Como eu fiquei? Como devo reagir? Isso não é assumir culpa, é gerenciar a si mesmo. Afinal, antes de preocupar em não ferir o outro, o intuito é manter a própria saúde mental.