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Solucionado (ver solução)

Identifiquei um amigo que tem a síndrome também e agora?

Durante o andamento do curso identifiquei no ambiente de trabalho um amigo que apresenta comportamentos dessa síndrome, vou explicar:

Estava tirando dúvidas dele em relação a uma tarefa, antes mesmo de começar a perguntar ele soltou essa "vamos devagar que eu sou meio burro".

No momento não dei atenção a esse comentário e foquei na dúvida dele, mas como seria a maneira correta de abordar o assunto com ele para ajudar esse colega e outros?

Alguém já passou por isso?

1 resposta
solução

Oi Welington, que interessante a sua percepção sobre o comportamento do seu colega.

Semana passada me reuni com os instrutores da Alura para falarmos sobre o tema e durante a conversa surgiu essa reflexão: além de nos observarmos, entender melhor sobre a síndrome do impostor também nos ajuda a lidar melhor com os outros.

Quando alguém tem esse tipo de reação eu costumo convidar a pessoa para refletir sobre suas conquistas, por exemplo: "Você tem certeza disso? Eu não, afinal de contas, olha onde você trabalha, o quanto as pessoas confiam em você e o quanto de coisas boas e importantes você tem feito". Às vezes o momento (pois sempre estamos correndo para dar conta de tudo) não nos permite aprofundar na questão, mas quando a pessoa me dá uma brecha, eu provoco ela (no melhor sentido possível da palavra).

Se você tiver oportunidade, de repente durante um café ou no retorno do almoço, comenta com ele que você fez esse curso e que tem te ajudado a perceber e se apropriar das suas conquistas, o quanto tem sido importante para você perceber como se dedica e o quanto isso é importante para a sua carreira e para a empresa....

Entendo que tudo depende da oportunidade que a outra pessoa te dá, mas espero que você consiga trazer o seu colega para o nosso lado da força, que reconhece a Síndrome do impostor e que quer aprender a lidar melhor com ela, até mesmo para ficarmos mais satisfeitos com o que fazemos e nos reconhecer como merecedores das nossas conquistas, que são muitas!

Desculpa o textão, mas como o assunto me encanta, gosto muito de falar sobre isso, aprender e aplicar, porque já sofri muito com essa síndrome e percebo que é um trabalho constante e diário