Oi, José, como vai?
Você trouxe um ponto muito importante sobre a implementação de uma cultura de feedback, principalmente porque, quando o feedback aparece apenas diante de um problema, é natural que as pessoas associem a conversa a uma cobrança ou avaliação negativa. Nesse cenário, uma mudança interessante seria começar a inserir conversas de feedback também em momentos positivos e cotidianos, sem esperar que algo saia do controle.
Uma possibilidade é apresentar o feedback como uma ferramenta de desenvolvimento, e não como uma avaliação. Conversas rápidas e frequentes podem ajudar a diminuir essa sensação de “fui chamado porque fiz algo errado”. Por exemplo, depois de uma atividade concluída, você pode perguntar como a pessoa percebeu o próprio trabalho, o que funcionou bem e o que poderia ser diferente. A partir daí, o feedback passa a ser uma troca, e não apenas algo que a liderança transmite ao colaborador. Também é importante que a liderança esteja aberta a receber feedback, mostrando na prática que essa cultura vale para todos.
Na sua realidade, quais pequenas mudanças poderiam ser feitas nas conversas do dia a dia para que o feedback deixasse de ser associado somente a problemas?
Parabéns pela reflexão. Esse olhar para a realidade da empresa é muito importante para pensar em uma aplicação que realmente faça sentido. Continue compartilhando suas experiências e reflexões por aqui. O fórum está à disposição.
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