Ei! Tudo bem, Raquel?
Ótima reflexão. Sim, esse é justamente um dos principais argumentos contra o determinismo linguístico forte. A capacidade humana de aprender novos idiomas, compreender conceitos inéditos e ressignificar ideias a partir do contato com outras culturas mostra que o pensamento não fica totalmente preso à língua de origem.
Isso indica que temos uma capacidade de abstração e adaptação cognitiva que vai além da linguagem inicial. Por isso, hoje a hipótese de Sapir-Whorf é mais aceita em sua versão fraco, que entende a linguagem como algo que influencia, mas não determina completamente, o pensamento.
Em resumo: aprender novas línguas amplia visões de mundo, mas não limita o desenvolvimento do pensamento humano.
Espero ter ajudado e qualquer dúvida, conte conosco aqui no fórum.
Até mais!
Caso este post tenha lhe ajudado, por favor, marcar como solucionado!