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Destruição Criativa

Vem a minha mente imediatamente alguns exemplos, e não só dois! Começo pelas lâmpadas, tínhamos o fogo, as tochas, as velas, surgiu a lãmpada incandescente, e daí tivemos as fluorescentes, as halógenas, algumas com aplicações específicas, e hoje é LED, Fluorescente compacta, lampada inteligente, se pensarmos bem, todas cumprindo o mesmo papel, porém, cada vez com mais tecnologia e conhecimento "embarcado"! Do mesmo modo, o celular, que embora recente, existe há muito mais tempo do que o Iphone, ou os atuais smartphones, e substituiram muitos equipamentos que antes funcionavam isoladamente, despertador, relógio, walkman, calculadoras, e até mesmo o telefone fixo! Embora ninguem os use atualmente para ligações! Poderia continuar citando, automóveis, os próprios computadores, os serviços de streaming, os serviços de assinatura de veículos, ufa! E certamente coisas que nem somos capazes de imaginar hoje, na próxima década serão nossa realidade

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Oi, Onofre! Como vai?

Agradeço por compartilhar suas reflexões e aprendizados com a comunidade Alura. Gostei da sua análise sobre destruição criativa, trazendo exemplos como a evolução das lâmpadas e dos celulares. Com base no que você explicou, fica claro como as tecnologias vão substituindo ou transformando soluções anteriores, mantendo o mesmo objetivo, mas com mais eficiência, novas funcionalidades e melhor adaptação ao contexto atual.

Continue explorando esse olhar sobre inovação no dia a dia, pois isso ajuda muito a identificar oportunidades e mudanças no mercado. Dica: um bom exercício é observar um produto ou serviço que você usa com frequência e pensar qual problema ele resolveu em relação às versões anteriores e o que poderia melhorar no futuro. Isso ajuda a treinar a visão de inovação.

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!