Dados de Entrada Necessários
Para que o algoritmo funcione, ele precisa receber três conjuntos de informações:
Do evento:
Horário de início da transmissão
Horário de encerramento da transmissão
Duração total calculada (em minutos)
Percentual mínimo de presença aceito (ex: 90%)
De cada participante:
Nome completo
E-mail
Horário em que entrou na transmissão
Horário em que saiu (ou lista de entradas/saídas, caso tenha reconectado)
Tempo total acumulado dentro da transmissão (em minutos)
Do sistema de e-mail:
Modelo da mensagem de agradecimento
Remetente configurado
Detalhando Cada Decisão
Por que calcular tempo acumulado e não apenas entrada/saída única?
Porque participantes reais reconectam. Se alguém entrou às 19h, caiu às 19h45, voltou às 19h50 e ficou até o fim, o tempo real de presença precisa somar os dois intervalos. Usar apenas o primeiro login e o último logout daria uma leitura falsa de presença contínua.
Por que gerar o relatório dos dois grupos?
O time de desenolvimento vai precisar dessa informação. Quem ficou fora do agradecimento pode receber uma comunicação diferente — um convite para assistir à gravação, por exemplo. O algoritmo não apenas automatiza o agradecimento, ele também entrega inteligência para ações subsequentes.
Próximo passo concreto
O algoritmo está pronto em termos de lógica. Para transformá-lo em código real, o desenvolvedor vai precisar de acesso à API da plataforma de transmissão — que precisa exportar os logs de presença por participante — e de uma integração com o serviço de e-mail que o time já usa.
Se os dados de presença chegarem em formato de planilha ou CSV, a lógica acima se traduz diretamente em um script simples. Se vier de uma API, a estrutura é a mesma, só muda a fonte dos dados na entrada.
A lógica está definida. O próximo passo é descobrir de onde os dados vêm — e o resto se encaixa.