Ao analisar os dados do funil de aquisição (visitas → leads → vendas), é possível identificar alguns padrões importantes. A taxa de conversão de visitas para leads variou aproximadamente entre 0,80% e 1,79%, indicando que um dos principais gargalos está na transformação de visitantes em leads. Já a conversão de leads em vendas apresentou melhores resultados, demonstrando que quando o lead é gerado existe maior probabilidade de fechamento.
Observando os KPIs ao longo dos meses, o CPL variou entre R$ 4,13 e R$ 7,71, enquanto o CAC ficou entre R$ 41,90 e R$ 59,13. O LTV manteve-se sempre superior ao CAC, o que indica que o modelo de aquisição é sustentável. O ROI apresentou bons resultados ao longo do período, com destaque para dezembro, que registrou o maior retorno.
Na comparação mensal, junho apresentou a maior receita total, enquanto setembro teve uma das melhores taxas de conversão. Por outro lado, agosto e março apresentaram desempenho mais baixo, possivelmente indicando sazonalidade ou menor eficiência das campanhas nesse período.
Em relação aos canais, o Instagram se destacou como o principal gerador de receita, seguido pelo e-mail marketing. Influenciadores e tráfego direto também contribuíram, mas com menor consistência.
Com base nessa análise, os principais pontos de melhoria seriam otimizar as páginas de captura para aumentar a conversão de visitantes em leads, diversificar os canais de aquisição e fortalecer estratégias de nutrição de leads para aumentar ainda mais a taxa de vendas.