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Abordagem sistemática ou informal?

Quando estou escrevendo novos casos de testes, minha abordagem costuma ser a sistemática, até mesmo porque o projeto por si só exige esse nível de cuidado. Trabalho escrevendo casos de testes no padrão BDD com Gherkin num contexto de projeto global, então temos todas as ferramentas necessárias para armazenar e manipular os artefatos criados.

Claro que as vezes também há uma abordagem informal mas ela não é usada como técnica principal. A abordagem formal é mais bem aproveitada quando já foi desenvolvido o que era preciso para o lançamento e aproveitamos, para, caso necessário, criar novos casos de testes para algo que pode não ter sido mapeado antes do início do desenvolvimento, se for conveniente. Ela também serve para testes exploratórios ou "bugathons", na medida em que encontramos novos casos de testes que podem ser implementados.

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Oi, Bruno! Como vai?

Agradeço por compartilhar.

Gostei da sua análise sobre o uso da abordagem sistemática, principalmente ao relacionar com o contexto de projetos globais e o uso de BDD com Gherkin, o que mostra uma maturidade no cuidado com a qualidade e rastreabilidade dos testes. Também foi interessante como você trouxe a complementaridade da abordagem informal em momentos estratégicos, como em testes exploratórios e bugathons.

Continue explorando esse equilíbrio entre estrutura e flexibilidade, pois isso fortalece muito sua atuação em qualidade.

Dica: para evoluir ainda mais, você pode documentar padrões recorrentes encontrados nos testes exploratórios e transformá-los em cenários BDD, criando um ciclo contínuo entre o informal e o sistemático. Isso ajuda a capturar conhecimento que antes ficaria disperso.

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!