O fim da "Era do Papel" na Cultura: Uma nova gestão em 2026.
Venho falar um pouco sobre minha caminhada e minhas projeções.
Em 2026, a eficácia de um gestor cultural não será medida pela quantidade de planilhas que ele preenche, mas pela inteligência com que ele liberta o potencial criativo do seu território.
Como Geólogo de formação e Analista de Cultura, sempre vi a gestão de projetos como uma ciência de sistemas complexos. No entanto, o setor cultural ainda sofre com uma "erosão" silenciosa: a lentidão na análise de dados e o peso burocrático das prestações de contas que travam instituições e artistas.
É aqui que o jogo vira. Através do bootcamp de IA da Alura em parceria com o Santander Academy, estou desenvolvendo o Copiloto P$C&A (Planejamento, Sustentabilidade, Cultura e Arte).
O objetivo?
Unir o rigor técnico das geociências à agilidade da Inteligência Artificial. Estou aplicando essa tecnologia na prática na Plataforma Salve Orixás e na nossa Cooperativa Cultural para transformar processos que levavam dias em automações de segundos.
Não se trata de substituir o humano, mas de dar ao gestor uma estrutura de dados para que ele possa focar no que realmente importa: o impacto social e a salvaguarda do nosso patrimônio.
Como você, gestor ou agente cultural, visualiza o papel da IA para desburocratizar o acesso à cultura nos próximos anos? Vamos trocar experiências nos comentários!
Alura Para Empresas Santander
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