Pode-se desenvolver uma Inteligência Artificial capaz de ler e integrar todo o sistema do hospital, analisando informações sobre cirurgias programadas, cirurgias de urgência, disponibilidade de profissionais de saúde e recursos hospitalares, como leitos e salas cirúrgicas. Essa IA utilizaria protocolos clínicos padronizados para identificar os casos mais graves, acionando alertas automáticos sempre que um paciente em situação crítica fosse detectado. A partir dessas informações, o sistema criaria uma lista dinâmica de prioridades, garantindo que os casos mais graves sejam atendidos primeiro, ao mesmo tempo em que reorganiza a agenda de cirurgias e a alocação de profissionais de forma eficiente, segura e organizada.