O meu post no Linkedin ficou assim para quem quiser dar uma olhada: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:share:7357129667453091840/
Por que programadores falam com patos? A curiosa origem do “Rubber Duck Debugging”
Na rotina de desenvolvimento, explicar seu código para alguém pode ajudar mais do que qualquer documentação. Mas... e se esse “alguém” for um pato de borracha?
Essa prática — com nome e história reais — ficou conhecida como Rubber Duck Debugging, popularizada em 1999 no clássico livro The Pragmatic Programmer: From Journeyman to Master, de Andrew Hunt e David Thomas. Os autores relatam o caso de um desenvolvedor que levava um pato de borracha para o trabalho e explicava seu código linha por linha para ele. O simples ato de verbalizar o raciocínio ajudava a identificar erros, inconsistências e pontos confusos.
Falar com um pato (de verdade ou não) é, na verdade, uma maneira poderosa de organizar o pensamento. Esse ato virou símbolo — divertido e eficaz — de uma técnica de depuração que conquistou programadores no mundo todo.
Dicas práticas para aplicar o Rubber Duck Debugging
• Tenha seu “pato oficial” na estação de trabalho
• Explique o código como se o pato fosse um iniciante completo — isso força clareza.
• Use a técnica antes de pedir ajuda a colegas (spoiler: funciona!).
• Pratique em revisões ou quando estiver lidando com bugs complicados.
Você já praticou o debug do pato hoje?
Fontes confiáveis
Wikipedia: Rubber Duck Debugging
Livro: The Pragmatic Programmer, Andrew Hunt & David Thomas, ISBN 978-0201616224
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(Acabei usando essa imagem no post dentre as outras mostradas acima)