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Solucionado (ver solução)

Problema Real do Cliente

Necessariamente precisa ser um problema real? Steve Jobs enxergava as dores das pessoas antes mesmo delas perceberem que tinham essas dores, como carregar grandes walkmans por aí (trazendo o surgimento do iPod). O Drinkeros, por exemplo, não trata de um problema real, uma dor, uma vontade de mudança, e sim traz um serviço novo (drinks por assinatura mensal), pra transmitir conhecimento acerca da criação de drinks e ensinar a fazer na prática, trazendo também a experiência gastronômica. Não necessariamente é visto como um problema a ser resolvido, e sim algo legal, que surgiu com uma ideia bacana, mas que, ao meu ver, não resolve as dores do cliente (que nem dá pra identificar quais são).

2 respostas
solução

Não precisa ser um problema real não, Vitoria. O mais importante é você ter uma proposta de valor clara que mostre a vantagem de se ter aquele produto. Era justamente o que o Jobs fazia e muito bem. Ninguém estava incomodado com o tamanho do walkman/discman. Mas ele empacotou tudo aquilo em uma proposta de valor fantásticas que conseguiu convencer as pessoas de que aquilo é um problema.

O Drinkeros pode ser a mesma coisa. Com uma proposta de valor interessante, pode ser um produto legal. Não adianta ser só mais um clube de assinatura. Precisa resolver um problema meu, que no meu caso é já ter preparado todos os drinks de sexta a noite que faço em casa, entende?

Acaba sendo um problema real, uma dor que existe, porém as pessoas não se deram conta delas, cabe aos empreendedores descobrirem e arrumarem uma forma de sanarem essas dores, quanto maior e mais comum essa dor maior a chance de sucesso, pelo menos é assim que eu vejo.