Olá, Wellington, como vai?
Sua reflexão aborda bem a presença constante dos softwares na rotina e evidencia como eles deixaram de ser apenas ferramentas específicas para se tornarem elementos estruturais do dia a dia. A menção a dispositivos simples e avançados mostra essa integração em diferentes níveis de complexidade, tanto no uso pessoal quanto em atividades de estudo e trabalho.
Quando você traz os empregos criativos do software, amplia a discussão para além do consumo de tecnologia e entra no campo da produção e da resolução de problemas. Jogos, editores de imagem, vídeo e som representam a criatividade voltada à expressão e ao entretenimento, enquanto planilhas, dashboards e automatizações mostram a criatividade aplicada à análise de dados e à tomada de decisão.
Como complemento, é possível observar criatividade também em situações como a organização de rotinas com aplicativos de produtividade, criação de apresentações interativas, desenvolvimento de pequenos scripts para otimizar tarefas repetitivas ou até na personalização de ambientes virtuais de aprendizagem. Esses usos demonstram como diferentes perfis de usuários participam da economia criativa, mesmo sem atuar diretamente como desenvolvedores.
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