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Faça como eu fiz: quadro Kanban

Um exemplo de quadro Kanban para o Mateus, gerente em uma empresa de software, poderia ser organizado em três colunas principais:

TO DO

  • Levantar requisitos para nova funcionalidade de cadastro de produtos.
  • Revisar solicitações pendentes da pessoa cliente.
  • Planejar ajustes no menu inicial do aplicativo de vendas.

DOING

  • Implantação do menu inicial no aplicativo de vendas do cliente.
  • Validação das regras de negócio com a equipe de desenvolvimento.
  • Testes iniciais da integração entre cadastro de produtos e cadastro de clientes.

DONE

  • Sistema de cadastro de clientes concluído.
  • Tela inicial do sistema aprovada pela pessoa cliente.
  • Documentação básica do fluxo de cadastro finalizada.

Esse quadro permite visualizar o fluxo de trabalho, entender o que ainda precisa ser feito, acompanhar o que está em andamento e identificar o que já foi concluído. Também ajuda o gerente a perceber possíveis gargalos e evitar que muitas atividades sejam iniciadas ao mesmo tempo.

2 respostas

Olá, Alessandro. Tudo certo?

Sua organização do quadro Kanban para o Mateus está bem alinhada com os conceitos apresentados. Dividir o fluxo em TO DO, DOING e DONE é uma prática fundamental para tornar o trabalho visível e facilitar a gestão das atividades. Ao listar tarefas como levantamento de requisitos e revisões na coluna TO DO, você evidencia claramente o que está planejado, enquanto as atividades em andamento, como a implantação do menu inicial, mostram o progresso real das entregas. A coluna DONE, por sua vez, registra as finalizações, o que ajuda a equipe a reconhecer o avanço.

Além disso, mencionar a observação sobre evitar muitos itens no DOING é essencial para minimizar gargalos e garantir que a equipe mantenha o foco, uma dica fundamental em Kanban. Um ponto interessante a refletir seria a possibilidade de incluir limites explícitos para a coluna DOING, ajudando a controlar o fluxo de trabalho com mais rigor.

Como você acredita que o uso de métricas visuais, como o lead time ou o ciclo das tarefas, poderia complementar esse quadro para o Mateus acompanhar a eficiência do processo?

Parabéns pela contribuição ao fórum. Estamos à disposição para continuar auxiliando você.

Alura Conte com o apoio da comunidade Alura na sua jornada. Abraços e bons estudos!

Olá, Mike. Tudo certo?

Obrigado pelo retorno e pela provocação.

Tenho bastante simpatia pelo Kanban. Inclusive, em outro momento da minha trajetória, já tive oportunidade de implantar STATIK e trabalhar com esse tipo de olhar para fluxo, políticas explícitas, gargalos e melhoria contínua. Hoje não atuo mais diretamente com frameworks de agilidade, então tenho aproveitado o curso mais como uma forma de me atualizar, revisitar conceitos e absorver os comentários de quem está mais próximo dessa prática atualmente.

Minha resposta no exercício foi mais objetiva, focada no exemplo solicitado, mas concordo que os limites de WIP e as métricas visuais dariam mais maturidade ao quadro. No caso do Mateus, acompanhar lead time e cycle time poderia ajudar a entender quanto tempo uma demanda leva desde sua entrada até a conclusão e quanto tempo ela permanece efetivamente em execução.

Isso ajudaria a sair de uma visão apenas visual do quadro e avançar para uma leitura de eficiência do fluxo. Por exemplo, se muitas tarefas ficam paradas no DOING ou demoram demais para chegar ao DONE, o quadro deixa de ser apenas uma lista de atividades e passa a mostrar gargalos reais do processo.

Na prática, vejo muito valor no Kanban justamente por isso: ele permite começar simples, visualizando o trabalho, mas também pode evoluir para uma gestão mais madura do fluxo, com limites, métricas, acordos claros e melhoria contínua.