Maria poderia resumir seus argumentos contra a integração de agilidade e processos em quatro pontos principais:
Burocracia: a junção pode aumentar relatórios e controles, reduzindo a velocidade.
Complexidade: conciliar metodologias diferentes exige treinamento e pode gerar confusão.
Resistência cultural: equipes acostumadas à padronização podem rejeitar a flexibilidade da agilidade.
Risco à qualidade: a adaptação constante pode comprometer a consistência necessária na produção industrial.
Em síntese, ela pode defender que a integração traz riscos de perda de eficiência, previsibilidade e qualidade em um ambiente que depende de repetição e estabilidade.