A situação número 2 parece melhor porque apresenta um WIP menor, ou seja, há menos tarefas em andamento ao mesmo tempo. Isso facilita o acompanhamento do trabalho, reduz a sobrecarga do time e ajuda a evitar que muitas atividades fiquem abertas sem conclusão.
Outro ponto importante é que, na situação 2, a redução das tarefas acontece de forma mais gradual ao longo da sprint. Isso indica um fluxo mais equilibrado, com entregas acontecendo de maneira mais constante. Já na situação 1, a variação parece mais brusca, o que pode indicar acúmulo de tarefas, esforço concentrado em determinados momentos e menor previsibilidade.
Na prática, um WIP alto pode dar a impressão de que o time está produzindo muito, mas muitas vezes significa apenas que há trabalho demais iniciado e pouco trabalho finalizado. Quando o WIP é menor e melhor distribuído, fica mais fácil identificar gargalos, priorizar o que realmente precisa ser concluído e manter um ritmo mais sustentável.
Por isso, entendo que a situação 2 é mais saudável para a gestão do fluxo. Ela permite mais controle, menos desgaste para o time e maior clareza sobre o andamento real das entregas.