Oi, Renan! Como vai?
A abordagem de apresentar e ler o código diretamente, sem construir passo a passo, pode parecer menos envolvente inicialmente, mas tem seus objetivos específicos.
No contexto da aula sobre testes automatizados, essa metodologia pode ter sido adotada para focar em explicar conceitos mais avançados e específicos de testes, como o uso de fixtures, mocks e o framework PyTest. Ao apresentar o código pronto, o instrutor pode se concentrar em explicar como esses elementos funcionam, como eles são configurados e utilizados para garantir que os testes sejam eficazes.
Por exemplo, na aula, eles mostram como criar um mock do banco de dados usando MagicMock para simular interações sem a necessidade de uma conexão real. Isso é uma prática comum em testes unitários, pois permite isolar o código que está sendo testado de suas dependências externas.
Além disso, ao discutir o uso de fixtures para repositórios e testes de rotas, a aula pode estar enfatizando a importância de estruturar bem os testes para que eles sejam reutilizáveis e mantenham o código de teste organizado e eficiente.
Embora a construção passo a passo seja uma excelente maneira de aprender, especialmente quando se está começando, a apresentação de código pronto também pode ser útil para entender como integrar diferentes conceitos e práticas em um projeto mais complexo.
Mas, caso esse tipo de proposta não te agrade, peço que, ao fim do curso, haverá um campo de texto com o propósito de você deixar seu feedback, que será analisado com outros para ajustes no curso.
Espero ter ajudado e bons estudos!
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