Modelei em três etapas seguindo a sugestão do enunciado: entrada, processamento e saída. Para a saída, separei taxa base e acréscimo de chuva para deixar o cálculo transparente.
INÍCIO
ESCREVER "Distância até o cliente (km):"
LER distancia
ESCREVER "Está chovendo? (s/n)"
LER chovendo
SE distancia <= 5 ENTÃO
taxa_base ← 5.00
SENÃO SE distancia <= 10 ENTÃO
taxa_base ← 8.00
SENÃO
taxa_base ← 10.00
FIM SE
SE chovendo ENTÃO
acrescimo ← 2.00
SENÃO
acrescimo ← 0.00
FIM SE
total ← taxa_base + acrescimo
ESCREVER "Taxa base: R$ ", taxa_base
SE acrescimo > 0 ENTÃO
ESCREVER "Acréscimo de chuva: R$ ", acrescimo
FIM SE
ESCREVER "Total: R$ ", total
FIM
Princípios aplicados
- Label como substantivo, não instrução: "Distância até o cliente (km)" em vez de "Informe a distância...". O usuário entende o que precisa preencher pelo nome do campo.
- Linguagem do usuário, não do sistema: "(s/n)" no lugar de "(verdadeiro/falso)". O dado interno continua booleano; só o texto exposto muda.
- Esconder informação irrelevante: a linha de acréscimo só aparece quando há acréscimo. Em dia sem chuva, o usuário vê duas linhas (taxa base + total), não três.
- Hierarquia clara: três linhas curtas, em ordem de cálculo (base → acréscimo → total). O olho percorre o cálculo como uma equação.
Saída
Taxa base: R$ 5,00
Total: R$ 5,00
Taxa base: R$ 8,00
Acréscimo de chuva: R$ 2,00
Total: R$ 10,00